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Cobrança e orçamento

O orçamento saiu, o dinheiro não entrou, e ninguém voltou a falar

Antes de escolher um jeito de receber, vale olhar onde o dinheiro trava de verdade na clínica: no orçamento que foi enviado, lido, e nunca respondido.

O orçamento não é recusado, ele é esquecido

Quase nenhum orçamento leva um não. Ele leva um vou ver, um me manda por escrito, um vou conversar em casa. A pessoa recebe, lê, acha caro ou acha justo, e deixa para decidir depois. Depois não tem data.

Do lado da clínica ele sai do radar no mesmo instante em que é enviado. Não existe tela onde o orçamento fica piscando, não existe alguém cuja função seja voltar nele, e em duas semanas ninguém lembra que ele existiu. O trabalho de montar o orçamento já foi feito e pago em tempo. O que falta é a conversa seguinte.

Isso não é um problema de meio de pagamento. Nenhuma forma de receber faz a pessoa voltar sozinha. O que falta é a segunda conversa, e ela é o assunto de o orçamento que ficou sem resposta.

A segunda conversa, à mão

Dá para fazer isso sem assinar nada, e é melhor saber como antes de comprar qualquer coisa.

  1. Dois dias depois do envio, retome pelo item exato do orçamento, e não pelo valor total. A pessoa lembra do procedimento, não do número.
  2. Uma semana depois, ofereça a conversa que o orçamento não tem: dividir em etapas, começar pelo que é prioridade, ver o parcelamento. Preço quase nunca é a objeção real, prazo é.
  3. Três semanas depois, encerre com a porta aberta. Diga que fica à disposição e até quando o valor está garantido. Encerrar bem é o que permite voltar daqui a seis meses sem constrangimento.

São três mensagens espaçadas, sem cobrança. É pouco trabalho por orçamento e é muito trabalho no volume de uma semana cheia, que é exatamente o motivo de isso não acontecer em quase nenhuma clínica.

O que a Triagefy faz nesse ponto

A Malu, a inteligência artificial comercial da Triagefy, retoma o orçamento que ficou sem resposta pelo mesmo WhatsApp da clínica, no tom que você definiu, e para sozinha no instante em que a pessoa responde, marca ou pede para não receber mais. Está no plano de entrada, o Profissional, R$ 397 por mês.

Tudo o que foi conversado fica no cadastro da pessoa, junto com a agenda e o histórico, em onde cada paciente parou. A mecânica completa das sequências está em o retorno que ninguém lembra de dar.

O que a plataforma cobra hoje, sem enfeite

Esta é a parte em que página de fornecedor costuma prometer demais. A nossa versão é curta e tem limite.

Cobrança de sinal existe, e é da linha Performance

A Malu consegue cobrar um sinal para segurar o horário, e o dinheiro cai direto na conta da clínica, com 2% de taxa da plataforma. Isso depende de uma conta conectada, que existe apenas na linha Performance. No Profissional a Malu marca o horário e a cobrança segue como a clínica já faz hoje, na recepção ou por transferência.

Hoje o paciente paga por cartão

O PIX não está disponível na nossa cobrança. O processador de pagamento que a gente usa nunca liberou PIX para a nossa conta, e por isso o caminho de PIX que existe no produto está desligado. A troca por um processador brasileiro já foi decidida e ainda não foi implementada, e a gente não vai te dar data para o que não está construído. Se receber por PIX é condição para você fechar, essa é a resposta honesta hoje.

O controle do que entra

O módulo de gestão, também da linha Performance, mostra faturamento do período com comparativo, evolução da receita, quebra por forma de pagamento, ranking de receita por paciente e contas a receber e a pagar. O que ele ainda não faz é ranking pelo serviço específico do catálogo, do tipo qual procedimento mais vendeu no mês. O agrupamento hoje é por tipo de atendimento.

E vale o óbvio, porque ele decepciona quem não foi avisado: o relatório reflete o que é lançado na plataforma. Pagamento recebido no balcão precisa ser registrado para aparecer.

Por que isso está escrito numa página de vendas

Porque você descobriria sozinho, e descobrir sozinho no segundo mês custa a assinatura inteira e a confiança junto.

E porque esta página, até pouco tempo atrás, dizia que a clínica recebia PIX pelo WhatsApp com a Triagefy. Não era verdade quando foi escrito e não é verdade hoje. Corrigir isso vale mais do que a visita que a frase antiga trazia.

A parte que a gente entrega com convicção é a de cima: a segunda conversa depois do orçamento, que hoje não acontece em quase nenhuma clínica e não depende de meio de pagamento nenhum.

Como isso entra na clínica

No mesmo número de WhatsApp que a clínica já usa. No ar em até 48 horas úteis, contadas da assinatura, com 30 dias de garantia e sem fidelidade.

O Profissional custa R$ 397 por mês e cobre o retorno no orçamento, sem teto de conversa, de mensagem ou de paciente. A linha Performance, que traz a cobrança de sinal e o módulo de gestão, é uma conversa com escopo. As duas estão em planos e preços.

Perguntas frequentes

Dá para receber por PIX usando a Triagefy?

Não, e essa é a resposta completa. O processador de pagamento que a gente usa nunca liberou PIX para a nossa conta, então o caminho de PIX que existe no produto está desligado. A troca por um processador brasileiro está decidida e ainda não foi implementada, e a gente não dá data para o que não está construído. Hoje a cobrança do paciente sai por cartão.

Como funciona a cobrança de sinal?

A Malu envia a cobrança para segurar o horário e o dinheiro cai direto na conta da clínica, com 2% de taxa da plataforma. Isso depende de uma conta conectada, que existe apenas na linha Performance. É o motivo mais concreto para subir de plano que a nossa tabela tem: a partir dali o paciente paga antes de vir e o dinheiro é seu.

O plano de R$ 397 cobra sinal?

Não. No Profissional a Malu atende, qualifica, agenda, confirma e dá retorno, e a cobrança segue como a clínica já faz hoje. Preferimos escrever isso aqui do que deixar você descobrir depois de assinar.

Vocês têm relatório financeiro?

Sim, dentro do módulo de gestão da linha Performance: faturamento do período com comparativo, evolução da receita, quebra por forma de pagamento, ranking de receita por paciente, contas a receber e a pagar. O que ainda não existe é o ranking pelo serviço específico do catálogo, porque hoje o agrupamento é por tipo de atendimento.

E se o paciente não responder ao orçamento?

É aí que entra a sequência de recontato, que está no plano de entrada. A Malu retoma a conversa dias depois, pelo item que a pessoa tinha pedido, com o tom da clínica, e para sozinha quando a pessoa responde, marca ou pede para parar. Não é disparo de cobrança, é a segunda conversa que ninguém tem tempo de ter.

Quem volta a falar com quem recebeu um orçamento?

Se a resposta for ninguém, é esse o pedaço que a Malu assume. No ar em até 48 horas úteis, 30 dias de garantia, sem fidelidade.