A pergunta certa sobre IA numa clínica não é o que ela faz, é onde ela para
Quem responde por um conselho profissional não pergunta primeiro quanto custa. Pergunta o que essa coisa vai dizer para o paciente quando ninguém estiver olhando.
O que costuma dar errado com inteligência artificial genérica
Uma IA sem limite fixo acaba nomeando condição ou afirmando indicação de procedimento, no nome da clínica
Menu de digite 1 obriga a pessoa a traduzir o que ela quer para o vocabulário do sistema
IA que não sabe passar para gente deixa a pessoa presa numa conversa que não vai a lugar nenhum
Sem ligação com a agenda, a conversa termina em promessa em vez de terminar em horário
A Malu, com um limite que não é configurável
A Malu é a inteligência artificial comercial da Triagefy. Ela atende no mesmo número que a clínica já usa, com o nome e o tom de voz que você definir, e sempre se identifica como assistente virtual quando o paciente pergunta se está falando com uma pessoa.
Conversa escrita, sem menu
A pessoa escreve como escreveria para a recepção. Não existe opção numerada nem script fixo.
Nunca dá diagnóstico nem indica tratamento
Ela informa quais serviços a clínica oferece, o que é diferente de recomendar um. Isso não é uma chave que dá para ligar.
Nunca lê o prontuário
O registro clínico não está disponível para ela. O que a pessoa contar por conta própria fica marcado como autodeclarado, aguardando validação.
Passa para a equipe e avisa o paciente
Pergunta clínica, relato de urgência, situação delicada ou pedido para falar com alguém saem da automação na hora, sem sumir no meio da frase.
Consulta a agenda que está no ar
Ela oferece o horário que realmente está livre, com sincronização nos dois sentidos com a Google Agenda.
Atende no horário em que a clínica não atende
A mensagem que chega às 22h de um sábado é respondida às 22h de um sábado, no tom que você definiu.
IA genérica, e a Malu
Tradicional
Triagefy
Perguntas frequentes
A inteligência artificial pode errar em algo clínico?
Ela não entra nesse terreno. Não dá diagnóstico, não indica tratamento ou procedimento, não dá orientação clínica e não lê o prontuário. Qualquer pergunta clínica é passada para a sua equipe. Isso é regra fixa da plataforma e não uma configuração opcional, então não existe autorização, termo nem plano que libere.
Posso liberar respostas clínicas simples?
Não. Se fosse configurável deixaria de ser uma garantia e passaria a ser uma recomendação, e recomendação não sobrevive a uma conferência de conselho profissional. Se a clínica tiver uma orientação padronizada por escrito, ela entrega aquele texto como texto da clínica, sem interpretar e sem adaptar ao caso.
Como ela é ajustada para a minha clínica?
Você cadastra os serviços com o nome que eles têm na sua casa, carrega a agenda e define o nome, o tom de voz e as regras próprias da Malu. É disso que ela tira o vocabulário. Estética, harmonização, odontologia, psicologia, nutrição e fisioterapia usam a mesma base com palavras diferentes.
O paciente vai saber que está falando com uma inteligência artificial?
Quando ele perguntar, sim, e sem exceção: ela responde que é uma assistente virtual. Ela também não simula digitação humana para enganar ninguém, e se a pessoa pedir para falar com alguém da equipe a conversa passa na hora, sem tentativa de insistir.
Quando a conversa vai para a equipe?
Nos casos previsíveis: pergunta clínica de qualquer natureza, relato que sugere urgência, situação delicada, insatisfação, negociação fora da tabela, ou simplesmente alguém pedindo para falar com uma pessoa. E qualquer pessoa da equipe pode assumir uma conversa pelo painel a qualquer momento, mesmo sem a Malu ter passado.
Se você responde por um conselho, comece pelo limite
A fronteira clínica é fixa e não se configura. No ar em até 48 horas úteis, 30 dias de garantia, sem fidelidade.